terça-feira, 9 de agosto de 2011

Memórias

Excerto do painel "100 Cabeças 1000 Sentenças"
acrílico e colagem sobre papel
2004

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Interrogações?

Como será estar dentro da cabeça de um gajo que comunica directamente com Deus? Que importância poderá ter o corpo que sustenta tal cabeça? Como olharão os seus olhos as coisas banais do mundo que lhe rodeia as fronteiras físicas? Haverá algo mais que a voz de Deus dentro da caverna do seu crânio? Será isto o que ocupa a cabeça de um louco? Será necessário ter enlouquecido para então comunicar com a divindade? Poderá alguém estar com Deus dentro de si e continuar a viver de forma pacífica os acontecimentos deste mundo?

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Uma coisa que aí vem (3)

Soldados e cães que são soldados que são cães...

domingo, 31 de julho de 2011

Uma coisa que aí vem (2)

A coisa vem aí...

Uma coisa que aí vem

Esta é a primeira imagem que ilustra uma coisa que aí vem mas que ainda está um pouco longe de chegar.

domingo, 24 de julho de 2011

Reflectir é imaginar

O chão serve de parede, à falta de melhor.
Preparar um painel exige uma grande dose de imaginação à mistura com uma certa capacidade reflexão.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Catedral

Imagem monumental que nunca chegou a ser utilizada para a finalidade para a qual foi criada.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

terça-feira, 12 de julho de 2011

O meu caderno


Duas páginas do meu caderno (uma é as costas da outra como será fácil de perceber). Mais páginas se seguirão. Aqui e no 100 Cabeças.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Mais quero asno...

"Mais quero asno que me leve, que cavalo que me derrube" quem se recorda desta frase? Lembrei-me dela quando fazia esta "coisa". Como de costume o tema e a imagem foram surgindo em turbilhão, uma a revelar a outra e Gil Vicente regressou à minha memória, regressado lá dos confins da minha adolescência, no tempo em que líamos as suas obras nas aulas de Português.

A frase que dá o título desta "coisa", concretizada em Junho do corrente ano, vem de A Farsa de Inês Pereira e é um velho ditado português que se mostra muito actual neste tempo de dívidas públicas e ajudas internacionais enquadradas num universo de usurários mais ou menos encapotados.