segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Até lá chegar

 COISINHA FÔFA
Dois estados de um desenho/colagem em tamanho A3. O tom azulado não corresponde à realidade (nem a realidade corresponde ao que quer que seja).

domingo, 25 de setembro de 2011

Abstracção quase

 BACK TO THE REAL WORLD
Agosto de 2012
tamanho A3
Desenho a tinta-da-china e acrílico branco sobre papel com 20 anos e um desenho antigo.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Pensando nas coisas...

Um Pensador com cabeça de camarão não pode imaginar coisa boa (a não ser que esteja a pensar num arroz de marisco ou coisa que o valha!)

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Um amante muito selecto

A frase da personagem vem do título de uma canção de Nick Cave com os Bad Seeds.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

domingo, 4 de setembro de 2011

Pintura recente

"Coma o seu cão, faça "ão, ão" e guarde o seu portão"
Acrílico sobre papel, Setembro de 2012
Uma imagem cuja narrativa é misteriosa até para mim apesar de ter algumas ideias que vão surgindo de cada vez que olho para ela outra vez.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Princesinha

Algures no Palácio de Versalhes...

terça-feira, 16 de agosto de 2011

São Mateus

Como qualquer bom viseense sou um devoto de São Mateus, esse milagre de clarividência analfabeta. Aqui me represento a mim proprio como o tal, macaqueando a obra de Caravaggio.

A coisa já cá está (2)

Vista de frente de "Oratório Pessoal".

A coisa já cá está (1)

Vista de trás de "Oratório Pessoal", a tal coisa que aí vinha e agora já chegou. A coisa já cá está.

domingo, 14 de agosto de 2011

O equívoco

O principal problema que nos é oferecido pelo legado de Duchamp é que um imbecil que olhe o A Fonte irá dali construir um monumento à sua própria imbecilidade. Pouco mais verá que um objecto no qual se deveria mijar mas que deixou de cumprir o seu desígnio industrial. Essa constatação poderá fazê-lo sorrir, mas esse sorriso será sempre um sorriso imbecil o que o conduzirá perigosamente à beira de um riso alarve, eco maior do silêncio absoluto em que cai, neste género de situações, a inteligência humana.

Duchamp foi um inventor, um cientista da arte, alguém que conduziu dellicadas experiências estéticas, uma espécie de Doutor Frankenstein a explorar as possibilidades de construir um corpo plástico potencialmente belo a partir da aglomeração de objectos declaradamente destituídos de beleza. Perante as suas criações artísticas, o observador vê-se confrontado com a tentação de encontrar uma solução para probemas onde as soluções não existem.

Cada tentativa de encontrar uma resposta plausível para um objecto "duchampeano" não consegue mais do que abrir um buraco. Mais um buraquinho apenas. Nada mais do que um buraco. E cada um destes buracos pode (ou não) estender-se num pequeno túnel exploratório. O observador desavisado mais não é que uma toupeira em busca de uma saída para a luz. E todos sabemos o que acontece aos olhos da toupeira quando contacta directamente a luz do sol.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Ainda as 100 Cabeças

Com este painel, os 3 últimos posts têm 3x12 cabeças o que dá 36.
O trabalho exposto na Galeria Zé dos Bois era composto por um total de 9 painéis semelhantes o que perfazia a conta de 108 cabeças. Mas, como o título era "100 Cabeças 1000 Sentenças" acho que toda a gente olhava a parede e via isso mesmo, 100 pinturinhas em tamanho A4 embora, na verdade, fossem 108.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Mais memórias

Outro excerto do painel "100 Cabeças 1000 Sentenças"
acrílico e colagem sobre papel
2004
(não, não estou esquecido da tal "coisa que aí vem"; aliás, a coisa já aí está, completa, mas ainda não quero mostrá-la).

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Memórias

Excerto do painel "100 Cabeças 1000 Sentenças"
acrílico e colagem sobre papel
2004

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Interrogações?

Como será estar dentro da cabeça de um gajo que comunica directamente com Deus? Que importância poderá ter o corpo que sustenta tal cabeça? Como olharão os seus olhos as coisas banais do mundo que lhe rodeia as fronteiras físicas? Haverá algo mais que a voz de Deus dentro da caverna do seu crânio? Será isto o que ocupa a cabeça de um louco? Será necessário ter enlouquecido para então comunicar com a divindade? Poderá alguém estar com Deus dentro de si e continuar a viver de forma pacífica os acontecimentos deste mundo?