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quinta-feira, 8 de setembro de 2022
sexta-feira, 2 de setembro de 2022
Brutesco
Brutesco, exposição de desenho de Rui Silvares na Galeria da Imargem
Naquele ano dava eu aulas de História da Arte a uma turma do ensino secundário na Anselmo de Andrade, ali mesmo em baixo, atrás da bomba de gasolina. Na resposta a uma questão relacionada com os capitéis românicos de certas catedrais e igrejas da Idade Média, uma aluna (lembro-me que foi uma rapariga) respondeu num teste que “a escultura Românica é brutesca”. Ultrapassado o estupor inicial fiquei maravilhado.
quinta-feira, 15 de junho de 2017
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
segunda-feira, 7 de julho de 2014
domingo, 1 de setembro de 2013
domingo, 4 de novembro de 2012
Surrealism Now em Setúbal
Continuando a explorar a minha veia surrealista tenho a honra de participar na exposição "Surrealism Now", agora em Setúbal na novíssima Casa da Cultura, um espaço de extremo bom gosto e recuperação arquitectónica.
Na foto acima lá estou eu todo contente na companhia da Paula Rosa que me está a tapar a cara com um papel. À esquerda está o pintor Santiago Ribeiro que é o grande dinamizador destas exposições surrealistas. À direita o pintor Victor Lages e, entre ele e a Paula, o escultor Luís Fernandes (mais aqui). Sempre gostei da cidade de Setúbal.
Na foto acima lá estou eu todo contente na companhia da Paula Rosa que me está a tapar a cara com um papel. À esquerda está o pintor Santiago Ribeiro que é o grande dinamizador destas exposições surrealistas. À direita o pintor Victor Lages e, entre ele e a Paula, o escultor Luís Fernandes (mais aqui). Sempre gostei da cidade de Setúbal.
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surrealismo
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Surrealista
A Europa antes da chuva (3XA3)
Sempre me confundiram os rótulos. Tanto os rótulos nos frascos de conservas quanto os dos movimentos artísticos. Mais estes do que aqueles, confesso. Vem esta conversa mole a propósito da minha participação numa exposição intitulada "Surrealism Now" (ver aqui), isto depois de uma tentativa abortada de participação numa outra exposição com um rótulo semelhante, realizada em Madrid (ver aqui e aqui).
As razões para que a encomenda enviada para a galeria madrilena tivesse sido devolvida sem sequer ter sido aberta permanecem, para mim, um pequeno e desprezível mistério. Desta vez a peça será exibida em Conímbriga e não deverá haver forças surreais que o impeçam.
Termino este post com a afirmação de que, pelo menos por agora, sou um artista surrealista português. Com muito gosto. Agradecido à Paula Rosa que me convidou a participar e ao Santiago Ribeiro que me aceitou sem hesitações (tanto quanto eu sei).
terça-feira, 3 de julho de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Os outros 5 trabalhos
Olha-me este idiota
Tu és o que vês
Senhora Noite Escura
Espírito Espanto
Divina Psicose
Com a (re)publicação destas 5 colagens fica completa a lista de trabalhos expostos em
"Pecados Ligeiramente Mortais"
domingo, 3 de junho de 2012
As peças restantes (5 de 10)
Príncipezinho
Pequena Chave Negra
O Limpa Caca
Tendo razão Mata-se
Mundo Maravilhoso
Aqui ficam mais 5 das peças que fazem parte da exposição "Pecados ligeiramente mortais" com os títulos atribuídos para o efeito.
Os títulos não são absolutos ou definitivos. Alguns mantêm-se desde o dia em que a imagem foi criada, outros vão-se alterando à medida que vou dialogando com os objectos.
Uma obra de arte nunca está verdadeiramente concluída!
sexta-feira, 1 de junho de 2012
As pinturas
Estas são reproduções das 3 pinturas que fazem parte da exposição "Pecados ligeiramente mortais".
Os títulos são (de cima para baixo):
Rei, cidadão. mendigo, cão
Segurança social
Adeus Zé Augusto
terça-feira, 29 de maio de 2012
Pecados ligeiramente mortais
Há uns quantos anos atrás, andava eu entusiasmado com a criação teatral, um crítico, o saudoso Manuel João Gomes (Deus o guarde em bom lugar), depois de assistir à estreia da peça da minha autoria, "Quantos dias faltam para que ontem faça parte do futuro", disse a alguém, que depois me contou, que não percebia se eu era comunista ou fascista.
Ontem, enquanto montávamos esta singela exposição, intitulada "Pecados ligeiramente mortais", o Dear Zé (ali na foto comigo) ironizava com a minha possível veia católica, ou coisa que o valha.
Já não sou nenhum adolescente, caraças, e, no entanto, as coisas que exponho continuam a deixar uma imagem difusa de mim próprio. Penso que isso se deve ao facto de considerar que os objectos que produzo (que produzimos) são diferentes daquilo que sou (que somos), embora, por vezes, possamos ser confundidos uns com os outros, os homens com os objectos que criam. E vice-versa.
No fundo, no fundo, pensando um pouco sobre o assunto, concluo que não passo de um provocador. Se há coisa que temo é que o resultado do meu trabalho possa deixar os espectadores (os observadores) indiferentes. Por isso, quando crio uma imagem, tento fazer com que seja algo parecido com uma pedrada, um grito nos ouvidos ou então, mais suavemente, que seja um momento de suspensão e comunhão entre quem vê e aquilo que é visto.
Tenho por verdadeiro que os objectos não existem a menos que sejam vistos. Uma coisa pode estar ali e, caso não seja olhada, é como se não estivesse. Existe, não existindo. Mas, quando o observador se apercebe do objecto e o olha, então o contacto tem de ser efectivo, violento, de preferência. A coisa tem de mexer com o ser humano, caso contrário não merece ser coisa, arrisca-se a não ser quase nada.
"Pecados ligeiramente mortais" é um conjunto de 13 trabalhos recentes (10 colagens em photoshop e 3 pinturas-colagens). Estão ali, na Parede, para serem vistos e pretendem interpelar o observador. Os títulos sugerem sentidos de leitura mas, o verdadeiro significado de cada um daqueles objectos está dentro de quem os observa.
As fotos são do Paulo Nunes, um cidadão exemplar, e as molduras emprestou-mas o Zé Julião, outro cidadão que ultrapassa largamente a exemplaridade.
eu e o Julião a observar o "Principezinho"
Já não sou nenhum adolescente, caraças, e, no entanto, as coisas que exponho continuam a deixar uma imagem difusa de mim próprio. Penso que isso se deve ao facto de considerar que os objectos que produzo (que produzimos) são diferentes daquilo que sou (que somos), embora, por vezes, possamos ser confundidos uns com os outros, os homens com os objectos que criam. E vice-versa.
eu e o Ivo a montar a exposição
o Julião, o Miranda e a minha careca em plena actividade
o Zé Luís, o Julião (de copo em riste) e a Paula Rosa em pleno esforço de montagem
"Olha-me este idiota" uma das peças expostas
É só isso.As fotos são do Paulo Nunes, um cidadão exemplar, e as molduras emprestou-mas o Zé Julião, outro cidadão que ultrapassa largamente a exemplaridade.
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reflexão estética
domingo, 27 de maio de 2012
Exposição Carapausina
É já a partir da próxima 3ª feira, na Parede do bar do Fórum Romeu Correia em Almada, que vai estar patente ao público uma exposição de pintura e colagem onde se poderão observar ao vivo 13 trabalhos aqui postados ao longo dos últimos tempos.
Mais informação em breve aqui e no Cidadão Exemplar.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
À espera
Objectos aguardando a sua oportunidade de verem a luz do dia num outro espaço e uma foto "a la Miranda" só que com pouca qualidade..
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Os olhos de cada um
Inaugura no próximo Sábado, dia 2 de Outubro pelas 18 horas, a exposição de Desenho (mais desenho que outra coisa) de Luís Miranda e Rui Silvares, patente ao público na Galeria da Biblioteca Municipal de Palmela até 30 do mesmo mês.
A exposição tem por título genérico "O mundo de cada um é os olhos que tem", frase retirada do incomparável Memorial do Convento. O título foi escolhido não só porque a frase é genial e resume de forma eficaz uma certa perspectiva do fenómeno global da arte contemporânea, mas também porque acaba por constituir uma pequena homenagem ao falecido José Saramago.
Esta exposição... esta exposição lá estará, à espera dos olhos que cada um tem para espelhar esse mundo que por lá se esconde.
Biblioteca Municipal de Palmela Largo de São João 2950-204 Palmela Tel.: 212 336 632 Fax: 212 336 633 Horário: 3.ª feira - 10h30 às 21h00 4.ª feira e Sábado - 14h00 às 19h00 5.ª e 6.ª feira - 10h30 às 19h00 Encerra aos domingos, 2.ªfeiras, 4.ª feiras no período da manhã e feriados.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
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